Teoria para os ataques

Passo a passo, entenda nas linhas a seguir, como foram executados os ataques digitais contra a Onor e a Royal Express.

Noite de 24 de abril.
Criminosos digitais usam um código digital e acessam os processadores de iPads e iPhones, de pessoas ligadas a Onor Miccelann e ao Royal Express.
Com esse acesso eles explodem os dispositivos levando um grande susto nas pessoas.
Perdem-se dados e também o bem material.
Por culpa de uma falha de segurança que desde 2013 vem sendo explorada por Hackers e que até hoje, anos mais tarde, não teve providências devidas adotadas pela
Apple.

Nesta mesma noite, esses criminosos digitais também provocam uma outra e maior explosão.
Na terça-feira, 23, eles tiveram acesso ao painel do site Royal, e ali implementaram possivelmente um arquivo vírus.
Que seria capaz de dar um curto no servidor e principiar um incendio.
Mas todos os rastros dos criminosos deixados pela invasão, são apagados com o fogo, que toma o prédio da empresa e causa mais de R$ 1,2 Milhões em prejuízos a marca.
Tira sites da Corsi e de clientes como a própria Royal do ar, e leva a um embate entre as empresas.
A Corsi quer cobrar os prejuízos da Royal, que por sua vez entende não ter sido responsável.
A empresa é, uma também vítima dos criminosos digitais.
Que valeram-se de uma falha na segurança dentro da Corsi, para que eles tivessem acesso as senhas Royal e assim pudessem ter adentrado ao painel do site.
Estas são as teorias que explicam, com base em pesquisas e algumas provas já coletadas, como foram realizados os ataques de quarta a noite.
A polícia segue suas investigações, e a Equipe Royal unida a Kester 10 G, acompanha tudo.
Hoje, duas reportagens especiais se destacam em regime emergencial no site http://kester.net.br