O dia em Porto Alegre e a bebê Jane

Nesta segunda-feira, 29, foi dia de cumprir agenda na cidade de Porto Alegre, no RS.
O Presidente Guilherme Kalel, Nathália Valle e eu, estivemos na capital gaúcha onde firmamos parceria com a Onor Kester 10 G, depois de algumas semanas de acertes.
Além disso, Kalel ainda visitou o cemitério Nossa Senhora de Salete, onde passou pelos túmulos das amigas Giovana Miccelann, Laura Elisa e Kate e Keila Zimmer, sepultadas no local.

Na saída do cemitério algo inimaginável aconteceu.
Encontramos dentro de um saco de lixo, do lado de fora do cemitério, uma criança.
Com só 2 dias de vida, medindo 49 centímetros e pesando 2,2 KG, a pequena Jane.
Nome dado por nosso Presidente Kalel, ao encontrarmos a bebê, para identifica-la no hospital.
A criança passa bem e muito provavelmente será encaminhada para adoção.
A polícia não tem pistas de quem possa ter a abandonado.
Coisa cruel de se fazer, sem qualquer explicação.
Muitas pessoas tem opiniões muito complexas em relação a muitos temas, o aborto é um deles.
Mas, se fosse para abandonar a criança dentro de um saco, ainda mais fechada pra morrer asfixiada, mais antes ter a abortado antes de nascer.
Pelo menos assim, a criança não teria de passar por esse trauma horrível.
Ninguém merece ser tratado desse jeito e deixada como um lixo, ainda mais uma criança inocente, indefesa.
As cenas vivenciadas nesta segunda-feira, revoltaram toda a equipe Royal.
Especialmente nós, do núcleo de sua administração.
Nathália, Kalel e eu, estamos profundamente consternados e chocados com a crueldade dessa pessoa.
E esperamos que Jane possa encontrar, num futuro muito breve, um lar de pessoas que a amem como ela merece ser amada.

Guilherme Kalel recebe título de Presidente de Honra da Onor Kester 10 G

Nesta manhã de segunda-feira, 29 de abril, o Presidente Royal Express, Jornalista Guilherme Kalel, cumpre agenda na cidade de Porto Alegre, no RS.
E aqui com ele, eu e Nathália Valle participamos deste dia importante para a marca.

Assinamos contrato de parcerias com a Onor Miccelann, além de participarmos do Kester Conference.
Guilherme Kalel, tornou-se Presidente de Honra da marca Kester 10 G, que fundou em 2016.
A marca hoje pertence a Onor, mas foi ideia da diretora Eduarda Sampaio, dar a Kalel a Presidência de Honra da empresa como homenagem.
O cargo não tem qualquer validade de comando, e é apenas um mecanismo de respeito, destacou Annabelle Rech.
"Somos gratos por tudo que Kalel nos proporcionou e por ter trazido a marca Kester aqui, e nossa forma de agradecer é através desta certificação", disse ela.

Esta foi a primeira viagem oficial do Presidente a Onor, desde que deixou os quadros da empresa em março de 2019.
Guilherme disse que estava feliz, por estar novamente na empresa.
Aproveitou a oportunidade para conhecer os estúdios Onor, que foram construídos na nova sede da empresa.
E gravou uma edição do Podcast News Express, no local.

Não nós que temos de responder ou explicar

As administradoras da Corsi Tecnologia parece não terem entendido a gravidade da situação denunciada na noite desta quinta-feira, 25, por este Blog.
E replicada por reportagens do Portal Royal Express hoje, 26 de abril, veja no link - http://royal.net.br/er32-01.html

Não há formas mais claras de dizer o que estamos afirmando, sem a menor sombra de dúvidas.
Anna Leticia Corsi, é uma das Hackers que protagonizaram uma série de ataques nesta quarta-feira, 24 de abril.
Leticia foi flagrada por imagens de segurança, entregues as autoridades, entrando na Corsi acompanhada de um homem não identificado.
Eles retiram servidores das tomadas e depois do prédio da Corsi, e Leticia vai a caixa de força onde provoca um curto proposital para simular um incendio.
Essas imagens gravadas, provam que a moça e a marca, mentiram sobre os ataques.
A Corsi não foi atacada e sim forjou uma explosão em servidores, afim de retirar dinheiro fácil de outras pessoas.
Deste modo, iam tentar responsabilizar os outros por falhas deles.
Nathália Valle não é nem nunca foi Hacker e nem tão pouco chantagista, como afirmou Larissa Mariana Corsi, em seu blog na noite desta sexta.
Tudo isso seria despeito.
E talvez, devesse incluir Larissa na lista de possíveis Hackers.

Ela fez uma série de postagens no Blog, solicitando algumas respostas mas na verdade é ela quem tem que explicar.
Quem são suas fontes de informações, especialmente em casos que ela publicou desde 2015 no Blog, e que ninguém sabia.
Haviam notícias que ela tinha acesso e publicava, sem mensurar as consequências das publicações.
Especialmente no que tange a saúde de Guilherme Kalel.
Essas publicações não eram conseguidas por pessoas, porque muitas das informações só Kalel e mais duas pessoas sabiam, e essas pessoas não repassaram a informação.
Portanto, ou Larissa conseguiu informações privilegiadas hackeando a Equipe como sua irmã ou sem a ajuda dela, ou contratou um Hacker para que fizesse isso.
Mais importante de que qualquer outra coisa.
A questão do programa Lorens, já foi resolvida junto a Onor Kester.
Nathália Valle deixou a marca em março e estava desenvolvendo um novo programa na Onortech.
Mas, esse programa teve seus direitos vendidos a outra pessoa, e por isso a sua exploração e desenvolvimento voltaram para as mãos de Valle.
Curioso, é como Larissa teve acesso a essa informação, se ninguém sabia ainda e o contrato de compra só será assinado em 29 de abril.
Ao em vez de dizer dos mistérios supostamente que precisam ser esclarecidos pela Royal, Larissa e a sua família é que precisam responder.
E com a verdade!

Royal e Onor fazem parceria, site volta a operar

Nesta sexta-feira, 26, o Royal Express voltou a ativa.
Após firmar parceria com a Onor Kester, o site teve local para hospedar seu conteúdo mais uma vez e estamos Online.
A união entre a Onor e a nossa marca, apesar de todos os pesares, mostra que estamos juntos para que vençamos os criminosos digitais que nos atacam por diversas razões.
Nos unimos contra as inverdades e contra aquilo que as pessoas querem evitar que seja publicado.
E nos unimos, contra as pessoas que agem criminosamente apenas por dinheiro, sem se preocupar em quem irão afetar nesse processo.
É segundo disse nosso Presidente e concordamos, inadmissível que esses ataques prossigam, e que continuemos a ser prejudicado desse modo.
Toda a tecnologia da Onor Kester e seu mais elevado nível de segurança, aliado as notícias da Royal, tem as medidas necessárias agora para que possamos fazer um trabalho cada dia melhor.
Vamos juntos.

A Corsi mentiu

Na noite de quarta-feira, 24, supostamente a empresa Corsi Tecnologia, pegou fogo ao ser atacada por Hackers.
Os criminosos digitais valeram-se de uma quebra de segurança, penetraram um vírus de computador nos servidores da empresa, e isso causou um curto que gerou o incendio.


Deste modo, sites hospedados pela marca foram retirados do ar.
A empresa disse que trabalhava nesta quinta-feira, 25, na solução do problema e prometeu regressar suas atividades na sexta, 26.

A empresa também prometeu ingressar com ação judicial, contra a programadora Nathália Valle, da Royal Express.
Para a Corsi, Nathália foi responsável por vazar as senhas do servidor para que os Hackers invadissem e realizassem o suposto atentado.
Suposto porque, depois de investigar, a equipe Royal Express descobriu que esta informação não é verdadeira.
Valle nunca participou de qualquer atividade criminosa, tão pouco cedeu acessos de senhas para terceiros.
Os servidores da Corsi nunca foram queimados, e a prova está aqui agora.
Quando acessamos a domínios internos da marca percebemos que eles estão ainda em funcionamento.
Se o servidor tivesse de verdade pegado fogo, esses dados teriam se perdido e nem um domínio iria funcionar.
Quem orquestrou a ação, com o objetivo de se ter recursos financeiros por trás das intenções, foi amador, e brincou com a capacidade de reação do Portal Royal, de seus administradores.
A Equipe tomará as medidas necessárias e cabíveis, contra este ataque a honra e dignidade do Portal e de seus integrantes, especialmente de Nathália.
A pessoa responsável, seja ela quem for, irá arcar com os custos de sua mentira e de sua tentativa enganosa.
Quanto aos servidores que antes hospedavam o Portal Royal Express, estarão sendo remanejados a outra empresa que seja séria e idônea, diferente desta Corsi.

Vale salientar, que esta marca hoje existe, porque há cerca de 2 anos, Guilherme Kalel, participou de sua fundação.
Ajudou na sua administração, e deu sangue e suor, para que a marca se consolidasse.
Hoje, as atitudes promovidas por membros da Corsi, mostram total falta de lealdade e caráter.
A empresa aproveitou-se de uma vulnerabilidade de uma organização criminosa, que protagoniza uma série de atentados contra Kalel e a Onor Kester ao longo de 2 anos, para que pudesse obter vantagem financeira de maneira ilegal e imoral.

Em breve mais detalhes

Teoria para os ataques

Passo a passo, entenda nas linhas a seguir, como foram executados os ataques digitais contra a Onor e a Royal Express.

Noite de 24 de abril.
Criminosos digitais usam um código digital e acessam os processadores de iPads e iPhones, de pessoas ligadas a Onor Miccelann e ao Royal Express.
Com esse acesso eles explodem os dispositivos levando um grande susto nas pessoas.
Perdem-se dados e também o bem material.
Por culpa de uma falha de segurança que desde 2013 vem sendo explorada por Hackers e que até hoje, anos mais tarde, não teve providências devidas adotadas pela
Apple.

Nesta mesma noite, esses criminosos digitais também provocam uma outra e maior explosão.
Na terça-feira, 23, eles tiveram acesso ao painel do site Royal, e ali implementaram possivelmente um arquivo vírus.
Que seria capaz de dar um curto no servidor e principiar um incendio.
Mas todos os rastros dos criminosos deixados pela invasão, são apagados com o fogo, que toma o prédio da empresa e causa mais de R$ 1,2 Milhões em prejuízos a marca.
Tira sites da Corsi e de clientes como a própria Royal do ar, e leva a um embate entre as empresas.
A Corsi quer cobrar os prejuízos da Royal, que por sua vez entende não ter sido responsável.
A empresa é, uma também vítima dos criminosos digitais.
Que valeram-se de uma falha na segurança dentro da Corsi, para que eles tivessem acesso as senhas Royal e assim pudessem ter adentrado ao painel do site.
Estas são as teorias que explicam, com base em pesquisas e algumas provas já coletadas, como foram realizados os ataques de quarta a noite.
A polícia segue suas investigações, e a Equipe Royal unida a Kester 10 G, acompanha tudo.
Hoje, duas reportagens especiais se destacam em regime emergencial no site http://kester.net.br

Corsi quer culpar Royal Express por explosão em empresa na noite de quarta-feira

Alguns pontos precisam ser explicados para que não restem dúvidas no ar.
A Corsi Tecnologia está responsabilizando a marca Royal, pelos atentados deste 24 de abril e os incendios que sofreu.
Não estão dizendo que nós executamos os ataques mas dizem que foi por nossa causa que os atentados aconteceram.
Sendo assim, querem nos responsabilizar pelos prejuízos financeiros de R$ 1,2 milhões que tiveram, entre prédio, servidores, clientes.
E alegam que esses valores irão servir para reerguer a empresa e devolver estabilidade para os clientes da marca.

O fato que merece ser destacado, é que a Royal não tem responsabilidade sobre as atitudes.
Sim, pode ser que tenham usado o nosso site, para gerarem um curto nos servidores da Corsi.
Mas quem fez isso, os Hackers, fizeram porque alguma coisa aconteceu nesse caminho que permitiu com que eles fizessem isso.
Então vamos remontar os fatos ocorridos nas últimas semanas para que possamos fazer uma análise destes casos.

Na noite de 14 de abril, o Portal Royal Express foi alvo de um primeiro ataque leve, apagando a nossa página principal.
Não sabemos como isso foi feito mas alguém o fez.
Depois de reenviarmos a página o site voltou ao normal.
Já na noite de 23 de abril, percebemos que uma de nossas matérias não estava entrando, sendo que ela antes entrava.
E descobrimos um erro proposital causado dentro da reportagem para que ela não abrisse.
Nesse caso pudemos constatar que alguém estava acessando o site Royal internamente, com a nossa senha de acesso.
Trocamos a senha e não tínhamos ideia de que esses criminosos iriam orquestrar algo tão maior quanto fizeram ontem.
Já na quarta, a Corsi pegou fogo e outros ataques foram registrados.

A teoria, que agora não pode ser comprovada porque tudo foi queimado e dados foram perdidos foi.
Quem entrou no site Royal na terça, deixou um arquivo infectado e que não foi detectado.
Esse arquivo foi capaz de dar um curto superaquecendo o servidor da Corsi em que o site era hospedado.
Quando o equipamento explodiu, o prédio ficou em chamas porque não havia ninguém lá dentro naquele momento ou hora da noite, para controlar o fogo.
E aí, tudo acabou perdido e os rastros deixados pelos criminosos digitais apagados.
Pode se dizer que foi uma queima de arquivos, para que não os identificássemos.
Agora, o que não pode ser feito é a Corsi dizer que temos responsabilidade e tentar nos culpar pelo atentado.
Nós, somos tão vítimas quanto eles ou mais.
Porque ficamos fora do ar, estamos sem ter como trabalhar e postar reportagens.

Novos ataques contra Onor, Royal e Corsi

Na noite desta quarta-feira, 24 de abril, descobrimos de uma das piores formas possíveis que os ataques contra a Onor Kester, o Jornalista Guilherme Kalel e membros do Portal Royal Express, está longe de serem cessados.
Mesmo com a polícia prendendo os membros da organização criminosa, descobrindo quem era o mentor, e ele também falecendo como aconteceu em 15 de abril num confronto com a
polícia em Porto Alegre, fato que se pese é que alguém ainda comanda a organização.

As 18h desta quarta-feira, eu estava em casa com amigas e a minha namorada Mariana Monary.
De repente uma mensagem na tela de meu iPad, dizia "Vamos explodir seu tablet, saía de casa."
Me assustei e só tive tempo de gritar para que as pessoas saíssem para fora, quando o tablet estourou e começou a pegar fogo.
Consegui conter as chamas com água, e apenas partes de um dos sofás da sala foi danificada.
Minutos mais tarde, uma fumaça vinda do meu quarto chamou a nossa atenção.
Quando minha amiga Karoline foi verificar, então descobrimos que o iPad de Mariana, que estava no quarto em cima da cama, pegou fogo.
A cama também foi consumida pelas chamas e controlamos mais esse incendio dentro de casa, o que nos deixou assustadas.
Não sabemos se alguma mensagem chegou a ser enviada para o equipamento, porque não havia ninguém dentro do quarto.
Larissa Miccelann, colaboradora Royal e que estava em casa com a gente nesse momento, se preocupou com seu notebook.
Ela ligou o equipamento e havia uma mensagem na tela.
"Seus dados foram sequestrados e seu computador não pode ser iniciado."
Para que ela pudesse religa-lo, as instruções era para que fossem pagos valores em moeda virtual que convertidos ao Real chegariam a casa dos R$ 40 Mil para liberação do notebook.
Ao mesmo tempo que isso acontecia e falava com Nathália Valle pelo telefone, descobrimos que o notebook da colaboradora também foi alvo do mesmo tipo de ação.
E estava travado.

Nathália é programadora e desenvolvedora de sistemas e programas, por isso os dados que estavam em seu computador, representam centenas de trabalhos executados ou que estavam sendo desenvolvidos por ela.
O resgate era maior, de R$ 100 Mil, para a liberação.
A polícia foi acionada nesse momento, e os equipamentos apreendidos para que a polícia pudesse pericia-los e saber o que aconteceu de fato e se há maneiras de recuperação.
Uma investigação foi aberta para tentarmos identificar esses criminosos, o que parece ser bem difícil.
Mas os ataques não pararam por aí.
A Onor Kester 10 G, também foi alvo de atentados nesta noite de quarta-feira.
A sede da Santa Clara Onor em São Paulo, teve um iPad que explodiu na recepção, após uma mensagem avisar que isso iria acontecer.
O fogo foi contido rapidamente e ninguém se feriu.
Já na sede da Onor Miccelann em Porto Alegre, um iPad pegou fogo no setor administrativo.
E a Executiva da marca, Annabelle Rech, também viu seu iPhone pegar fogo.
O interessante desses ataques coordenados na noite de quarta-feira, é que todos os dispositivos que explodiram tinham algo em comum.
Eles eram da marca Apple, o que nos leva as perguntas.
Como alguém foi capaz de fazer esses dispositivos pegarem fogo?
Se fizeram isso com nossos equipamentos, podem fazer com qualquer outro equipamento desta marca? Antes considerada tão segura.
Estamos assistindo a um fato, o de que na verdade ninguém está seguro.

Mas não foi tudo o que aconteceu.
A sede da Corsi Tecnologia, empresa que hospeda os sites Royal, também foi alvo de um ataque nesta quarta.
Um curto em um dos servidores da empresa causou um incendio no prédio queimando toda a sede da Corsi, e retirando todos os sites do ar.
A marca está inoperante assim como o Royal Express também está.
É por isso que houve um apontamento nos domínios para este Blog.
Até que esta situação se resolva, todas as vezes que o endereço royal.net.br for digitado, ele jogará as pessoas direto para as nossas páginas.
E até que isso tudo se resolva, estamos sem comunicação via e-mail.
De qualquer forma, contatos podem ser realizados via Whatsapp (11) 98983-1521.

Entre as Estrelas - Guilherme Kalel anuncia novo livro Online com estreia para 28 de abril

Guilherme Kalel fez novo anúncio neste domingo, 21 de abril, no que se refere ao campo de livros.
Em 28 deste mês, estreia "Entre as Estrelas."
O novo texto produzido pelo Autor e Jornalista, vai contar a historia de um homem que vem de outro planeta para a Terra, depois de sua terra natal ser destruída.
Chegando aqui quando criança, ele é criado por uma família humana e frequenta o dia dia das pessoas convencionais.
E quando ameaças passam a surgir contra Nel, o país em que vive, ele saí em busca de salvar e proteger as pessoas que aprendeu a amar como irmãos.

O livro ainda se destaca por conta de conflitos pessoais entre o personagem principal, e a sua irmã de criação.
Remontando um pouco de um tema já tratado por Kalel, em uma série de outros livros no passado, a saga Lorens, escrita entre 2015 e 2018, e publicada em edição antiga do
Universo das Historias.
Hoje, este livro não está mais disponível.

O personagem principal do texto recebe o nome Kalel, e a historia pode ter mais detalhes conferidos em
http://royal.net.br/interstelar.html
Aguardemos com ansiedade mais essa estreia, que promete!

Fim da luta - Mentor de ataques contra Guilherme Kalel é pego pela polícia

Queridos Leitores.
Demorei um pouco para escrever por aqui, mas também gostaria de esperar um pouco o passar dos dias para que trouxesse mais informações.

Na segunda-feira, 15 de abril, a polícia conseguiu pegar Samuel Lazzier, mentor dos ataques contra Kalel e a Onor Kester.
O criminoso invadiu uma lanchonete no centro de Porto Alegre, e sequestrou Larissa Miccelann.
A jovem jornalista de 24 anos de idade, e deficiente visual, foi quem apresentou denúncia contra ele na Onnekalel Revista em 2012, e que gerou toda a operação dele contra Kalel.
Felizmente esse criminoso foi abatido pela polícia no resgate de Larissa, e agora não pode mais influenciar nossas vidas.
Sei, pode parecer insensível de minha parte mas, a verdade é que isso foi o melhor que poderia ocorrer.
A Justiça de alguma forma foi feita, pois se tivesse sido preso, com certeza ele conseguiria uma forma de sair.
Já havia feito isso antes, lá em 2012..
Mesmo estando condenado a 9 anos de prisão, respondia recursos do processo em liberdade.
Seria mais difícil sair da cadeia nesse segundo processo, mas não seria impossível.
Como advogada, aprendo todos os dias que as leis do Brasil são imprevisíveis, e que cabeça de Juiz, ninguém entende.
Por esta razão, é que chega ao fim essa saga de 2 anos vivenciada por toda a equipe que acompanha Guilherme Kalel.
a saga de não saber quando iria ocorrer o próximo ataque, ou quem seria um alvo eminente.
Temos muito que agradecer, os delegados trabalharam de maneira incansável e o MP tem feito papel preponderante para conseguir as condenações de todos os envolvidos.
São já 60 pessoas condenadas pela Justiça, e outras mais de 30 que serão julgadas.

Guilherme Kalel volta a ficar na mira de criminosos digitais - Polícia prendeu Hackers e pistoleiro nesta manhã de sábado, 13 de abril

Queridos leitores.
A polícia continua a procura pelos criminosos digitais que promovem série de ataques contra o Jornalista Guilherme Kalel, fundador das marcas Kester 10 G e Royal Express.
Neste sábado, 3 pessoas foram presas sendo 2 Hackers e uma outra pessoa apontada como pistoleiro, contratado para assassinar Kalel.
A polícia conseguiu as informações com base na colaboração dos Hackers, ao serem detidos neste começo da manhã, por saberem de um possível plano de execução em curso.
A polícia evitou que o criminoso chegasse a cidade de Franca, onde teria fácil acesso aos locais mais frequentados por Guilherme Kalel, como o condomínio em que mora, o
hospital onde recebe medicação para tratar HPN, a entidade de deficientes visuais da cidade e pro fim a casa da mãe Angela.
As localidades estavam presentes em um mapa, encontrado em poder do assassino que teria recebido a quantia de R$ 15 Mil para executar o serviço, que felizmente foi frustrado pela polícia.

As buscas pelo mentor dos atentados, Samuel Lazzier, continuam.
A polícia ainda não tem informações que levem a seu paradeiro.
A Onor, hoje dona da marca Kester 10 G, deve anunciar nas próximas horas um aporte para auxiliar nas buscas.
Annabelle Rech confirmou, que a empresa está disposta a pagar uma recompensa, para quem indicar o paradeiro e levar a captura do criminoso.
http://royal.net.br/er-agk.html
Neste link, o Portal Royal Express detalha como os ataques começaram, seus motivos e quem são os mentores por trás de tantas maldades.

Polícia segue cassada por mentor de ataques - Líder de organização fez colaboração premiada e deve ficar em prisão domiciliar

Queridos Leitores.
A procura continua, a polícia não conseguiu prender nesta quarta-feira, 10 de abril, Samuel Lazzier.
Apontado como o mentor por trás dos ataques contra Guilherme Kalel, o ex-delegado de Sapucaia do Sul, no RS, pode estar em qualquer lugar.

Enquanto ele não for preso, as investigações prosseguem e a polícia segue na sua cassada e captura.
Ele teve prisão preventiva decretada na terça-feira, 9, e é considerado foragido da Justiça.
Isso porque, a polícia esteve em diversos endereços dele e de familiares nesta quarta, e não o localizou.
O celular de Lazzier está sem funcionamento, desde a quarta-feira da semana passada, 3 de abril.
A polícia trabalha com a hipótese, de que ele esteja usando um telefone pré-pago, e que tenha trocado de número para tornar mais difícil o rastreamento, e que este novo número não esteja registrado em seu nome.
Outra possibilidade que está sendo investigada, é se ele deixou o Brasil na semana passada, enquanto ainda não era alvo de nem uma operação policial.
A polícia acredita que ele possa ter saído do país, após a prisão de Helena Bitencourt.
Que ocorreu em 1º de abril.
Helena e as irmãs, fecharam acordo de colaboração premiada, e aguardam a homologação do mesmo na Justiça.
Elas serão condenadas a penas de 3 anos de prisão, em regime domiciliar, e sofrerão outras sanções por outros golpes aplicados em outras pessoas, de 2008 a 2013.
Essa pena de 3 anos, são apenas referentes a crimes acusadas contra ataques a Guilherme Kalel.
Foram acusadas, denunciadas e devem ser condenadas, pelos crimes de Ataque digital com prejuízo financeiro, falsidade ideológica, tentativa de homicídio e ameaça de morte, formação de organização criminosa, roubo, e obstrução de Justiça.

Polícia procura por último remanescente de organização criminosa - Nesta quarta, mandados são cumpridos em São Paulo e no RS

Queridos leitores.
Nesta quarta-feira, 10 de abril, a polícia realiza nova operação para deter responsáveis por ataques contra o Jornalista Guilherme Kalel, e a Onor Kester 10 G.
Esses são pessoas que foram identificadas na semana passada, com base em depoimentos coletados das 21 pessoas presas na operação de 1º de abril.

A operação já deteve no começo da manhã desta quarta-feira, 4 pessoas e realizou cumprimento de mandados de busca e apreensão em 8 lugares.
Até o final da manhã mais duas localidades serão visitadas e a polícia segue a procura de um homem.
Samuel Lazzier é apontado pela polícia como o mandante dos ataques.
Ele é quem teria feito com que Helena e Gustavo os líderes da organização criminosa, criassem o grupo e executassem planos de ataques contra Kalel, para arruinar a vida e carreira do Jornalista.
Gustavo foi preso e condenado a mais de 20 anos de prisão, por 6 diferentes crimes.
Mas na cadeia ele foi assassinado, o que ainda está sendo investigado.
Já Helena, foi detida em 1º de abril e fechou um acordo de colaboração premiada com a Justiça, que aguarda homologação.

Com base nesses depoimentos dela, é que a polícia chegou a esta fase realizada nesta quarta-feira, e as pessoas que foram detidas.
Chama a atenção, o grau de sofisticação dos criminosos digitais que conseguiram se infiltrar por toda a parte.
Entre os detidos nesta manhã, está uma técnica de laboratórios em Porto Alegre.
Ela é acusada de ter falsificado exames da empresária Giovana Miccelann, morta em 18 de março por uma leucemia.
Giovana teria realizado um exame no começo de dezembro de 2018, onde acusou a presença da recidiva da doença.
Mas, a técnica falsificou o resultado para que o exame se mostrasse normal.
Quando Giovana repetiu os exames ao passar mal em fevereiro, descobriu que estava doente e nada mais poderia ser feito para reverter o quadro.
Para a médica Giovana Granzzoti, se Giovana tivesse sido diagnosticada em dezembro, os rumos do tratamento poderiam ter tomado outras proporções, e ela poderia ter sobrevivido a doença.
Para um câncer, 1 mês faz muita diferença, como ela ponderou.

A rede Santa Clara saúde, está realizando uma investigação interna para saber se a técnica presa era a única envolvida com os criminosos digitais.
Giovana se tornou alvo por ser muito amiga de Guilherme Kalel, por ajuda-lo e por ter como irmã adotiva Larissa Miccelann.
A deficiente visual é a pivô de toda a historia.
Seu caso, contado por Guilherme Kalel em 2012 e denunciado as autoridades, foi o que gerou todos ataques.

Samuel Lazzier, ex-delegado em Sapucaia do Sul, era um dos beneficiários de um esquema criado pela mãe de Larissa, que obrigava a adolescente na época com 17 anos a se prostituir na cidade gaúcha.
Guilherme Kalel recebeu a denúncia do caso e levou ao conhecimento das autoridades.
Lazzier foi exonerado, chegou a ser preso, mas hoje responde pelos crimes em liberdade.
E decidiu se vingar de Kalel, mandando com que fosse criada a organização.

Os ataques contra Kalel - O que há por trás?

O que há por trás?
De uma organização criminosa criada apenas com o objetivo de denegrir e destruir imagens, carreiras e um projeto de trabalho.
De atacar pessoas que nunca fizeram mal, seja quem for a pessoa atacante.
O que há por trás?
De tanto ódio, de cada atentado praticado.
O que há por trás?
Da ambição de se roubar e usar pretextos para que as atividades ilícitas sigam firmes.
E que uma vez uma organização sendo desmantelada, a pessoa ainda possa ter recursos que desconhecemos para se criar uma nova!

Essas são perguntas que hoje nos fazemos, e que gostaríamos muito de ter as respostas.
Infelizmente não podemos as ter, e é isso que faz ser tão difícil essa espera.
As autoridades, longe de responder as perguntas mais urgentes, seguem o trabalho de investigação.
Que a partir de novas informações colhidas em depoimentos, passam a dar um novo rumo para a historia.

Desmantelada organização que atacava Guilherme Kalel e Kester

Queridos leitores.
Nesta segunda-feira, 1º de abril, a Polícia Federal realizou o que esperamos ser a derradeira operação para prender criminosos digitais, que atacam nosso Presidente Royal Express, Jornalista Guilherme Kalel, e a Onor Kester 10 G.
Foram presas 21 pessoas, em 11 diferentes cidades brasileiras.
As operações começaram nas primeiras horas da manhã, e se estenderam ao longo de toda a tarde, até se encerrarem as 17h, com a detenção de Helena Bitencourt.
Ela é apontada como a líder de toda a organização, inclusive tendo se infiltrado juntamente com as irmãs Elisa e Marianna, dentro da Onor Kester.

Marianna foi Assessora da Equipe e Elisa, assim como Helena, que usou nome falso de Melissa, foram jornalistas.
Helena é advogada, e usou desta formação para também atuar em processos ligados a Kester 10 G.
Um deles, contra os Hackers que atacavam o Portal.

Como um verdadeiro camaleão, ela soube se camuflar e esconder.
Não fosse o minucioso trabalho de investigações da polícia e de Mariana Monary, jamais iríamos descobrir quem ela é de fato.
Sabíamos que havia uma pessoa por trás de tudo, mas não temos ideia de quem era ou por que.
Nesta terça-feira, 2, está previsto que a polícia ouça Helena em depoimento.
Todos queremos saber, as razões pelas quais ela fez o que fez.

Desde abril de 2017, uma série de ataques físicos e digitais, estão ocorrendo contra Kalel e a Equipe Kester.
Nós, nos vimos em meio a uma guerra sem sabermos os motivos da mesma ter sido iniciada.
E ainda que tivessem motivos, nada justificaria tudo o que foi feito até aqui.
Nada justifica ameaçar a vida de alguém, tão pouco brincar com os sentimentos das pessoas.
Você se sente humilhada, se sente um lixo.
E teme a reação das outras pessoas porque sabe que passa a ser julgada pelas atitudes que teve no passado.
É assim a vida, que agora segue com mais essa lição a nos ensinar.